fabiomparra escreveu:teto?
o motor fica em cima do desenho do pneu no parabrisa traseiro
NAO FURA TETO NAO ...
na primeira capotada vai rasgar a bolha toda
Vou furar não!
Realmente não há necessidade. Terei todo o motor logo abaixo do furo traseiro, se for o caso!
Valeu pelo alerta.
Para facilitar a circulação do ar e amenizar a temperatura interna, fiz algo meio inusitado.
Retirei aquela aba frontal que existe na bolha, que fica logo atrás do pára-choque dianteiro.
Fiz isso para não ter de furar a parte superior. Se a captação de ar será adequada, só o tempo dirá!
Pelo que observei, o feito não reduziu a resistência, esteticamente acho que deixou o carro com uma aparência mais agressiva, mais off, e pelo menos consegui uma área de captação de ar maior, quem sabe mais eficiente.
Há chances de que eu esteja redondamente enganado, mas arrisquei pela ciência!!
Vou testar depois e digo qual foi o resultado, mas acho que vai funcionar...
Gazo escreveu:Cara, dá uma conferida pra ver se não está voltando óleo queimado da pipa para dentro do tanque. Se isso estiver acontecendo, ao final do tanque, teu combustível está totalmente diferende de quando abasteceu.
O motor estará muito mais quente que o normal, e parecendo mistura pobre, porém com muita fumaça no escape.
Isso aconteceu com 2 dos meus carrinhos. Já estou tratando de corrigir.
Outra coisa, minha Savage acontece a mesma coisa. Sento o dedo no acelerador e ela afoga. Acho que este problema acontece com motores maiores. Minha solução foi afinar um pouco o motor, de modo a estar abaixo ou próximo aos 100°C, e também, configurei o controle.
Programei uma curva de aceleração mais suave no começo. Assim, dificilmente ela afoga. Mas é mais normal com o motor frio.
Sobre o retorno de óleo queimado da pipa para o tanque, dá uma olhada pra ver se a mangueira de pressurização não está tocando o fundo da pipa.
Ok? Espero ter ajudado. Abraços.
Isso acho que não aconteceu não Gazo, do óleo queimado.
No DRT a mangueira de compressão é presa na ponta superior da pipa. Seria muito difícil acontecer.
Além disso, observo muito e a mangueira está sempre limpa, às vezes com um pouco de condensação, mas sem vestígios de óleo.
O problema é exatamente a temperatura.
Observei que é incrível como o motor só apresenta seu rendimento máximo exatamente dos 120 aos 130º. Nessa temperatura ele obedece aos comandos de acelerador instantaneamente e de forma muito eficiente, com uma potência assustatora!
Se estiver abaixo dos 100º, aí sim costuma afogar na saída e não tem aquele desenvolvimento todo.
Com relação à fumaça, ao excesso, foi impressão minha mesmo.
Fiz outros testes ontem e notei que a fumaça é predominante mesmo somente durante as aceleradas mais longas, o que de acordo com o que sei até agora, é ótimo sinal, sinal de motor saudável.
Obrigado Gazo, ajudou sim. Todos ajudam muito aqui!
Toda informação é bem-vinda e eu ainda não tinha atentado para a possibilidade do refluxo de óleo. Bom saber!